quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Esta garotinha descreve o irmão com autismo com um amor puro e verdadeiro

  • Hannah descreve seu irmão Hyrum, portador do autismo, de uma forma que todos nós deveríamos entender e abraçar as pessoas que são diferentes de nós.
    No final do vídeo, Thomas S. Monson completa dizendo: "Minhas preciosas jovens irmãs, peço que tenham a coragem de não julgar ou criticar as pessoas a seu redor, bem como a coragem de assegurar que todas se sintam incluídas, amadas e valorizadas."
    Uma lição que Hannah aprendeu bem cedo.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Atualização na aba Download

Olá pessoal,

adicionei alguns links na aba Download pois tenho recebido várias mensagens informando que alguns links estão quebrados.
Espero que funcionem.

Abraços,

Débora

Composto químico de vegetais pode tornar autistas mais sociáveis

A partir de testes realizados em um estudo do Hospital Geral de Massachusetts para Crianças e da Universidade Johns Hopkins, em Boston, homens diagnosticados comautismo de moderado a severo, se tornaram mais sociáveis ao ingerirem doses de sulforafano, composto químico encontrado em vegetais como brócolis, couve-flor, espinafre, repolho e rábano.
Indivíduos do sexo masculino, com idade entre 13 e 27 anos, participaram do teste divididos aleatoriamente em dois grupos: um que tomou sulforafano e outro que tomou placebo. 26 dos 40 homens que voltaram para acompanhamento tomaram sulforafano e obtiveram pontuação bastante superior em avaliações de comportamento, se comparado aos paciente que receberam placebo. O composto químico sulforafano tornou os autistas mais calmos e sociáveis.
Um novo caminho
Mesmo que já existam drogas capazes de controlar sintomas de agressividade, hiperatividade ou distúrbios do sono, a nova descoberta indica um caminho para uma resposta química direcionada, a partir da criação de fármacos a base de sulforafano.
"Quando quebramos o código que revelava quem estava recebendo o sulforafano e quem tinha recebido o placebo, os resultados foram surpreendentes", afirmou ao Daily Telegraph o coautor do estudo e professor de Pediatria Neurológica, Andrew Zimmerman.
Por outro lado, o estudo não foi completamente positivo, pois os participantes que tomaram o composto químico engordaram e dois indivíduos sofreram ataques. Os pesquisadores, entretanto, apontaram que tal fato pode ter ocorrido devido à uma condição pré-existente.
Além disso, um terço dos homens que fizeram tratamento não respondeu ao suplemento e os efeitos cessaram logo após a suspensão da dosagem.

Berenice Piana: 45


Crianças com Autismo apresentam excesso de sinapses

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As crianças e adolescentes com autismo têm um excesso de sinapses no cérebro, que é decorrente da diminuição da apontoes, o processo de morte neuronal programada que ocorre no cérebro durante o desenvolvimento. Um excesso de sinapses pode ter efeitos sobre o funcionamento do cérebro, como mostra uma nova pesquisa que também relatou que a Rapamicina, um medicamento que restauraria a apoptose pode melhorar em ratos comportamentos semelhantes aos do Autismo, mesmo depois do aparecimento desses sintomas comportamentais.
Os pesquisadores examinaram os cérebros de crianças com Autismo que morreram por outras causas, 13 pertencentes a crianças menores de 2-9 anos e 13 cérebros de jovens com idades entre 13-20 anos, que foram comparadas com 22 crianças sem autismo. A densidade de sinapses em uma pequena parte do tecido cerebral foi medida, encontrando-se no final da infância a densidade dos dendritos foi reduzida pela metade nos cérebros do grupo controle, enquanto que em apenas 16% nos cérebros de pacientes com autismo.
As células do cérebro de crianças autistas tinham preenchidas por partes antigas e danificadas e foram muito deficiente em uma via de degradação celular conhecido como “autofagia”. Usando modelos de ratos com autismo, os cientistas descobriram o defeito na morte celular na proteína mTOR, de forma que quando esta encontra-se hiperativa, as células cerebrais perdem grande parte de sua capacidade de autofagia, facilitando o excesso de sinapses.
Os pesquisadores foram capazes de restaurar a autofagia e a morte natural dos neurônios revertendo comportamentos similares ao do autismo pela administração de rapamicina, uma droga que inibe a proteína mTOR.
Se esta notícia te interessou, vá direto a fonte deste post e saiba mais informações: Neuron, 2014
Imagem: Bryan Jones

Catálogo web para ajudar a encontrar os aplicativos mais adequados para Autismo: Appyautism

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A Fundación Orange em colaboração com iAutism desenvolveu um site que torna disponível para as pessoas com transtornos do espectro do autismo (TEA), suas famílias e seus profissionais um ambiente virtual que é um extenso banco de dados de mais de 400 aplicativos para computadores, tablets e celular.
O site Appyautism fornece um poderoso motor de busca para localizar os aplicativos de acordo com vários critérios: tipos de dispositivos, categoria (aplicações), a idade do usuário, faixa de preço, etc. A seleção inclui os melhores aplicativos para computadores Windows e Mac e os melhores aplicativos para Android, iOS e Windows Phone. =)
Dada a proliferação nos últimos anos dos apps desenvolvidos pensando no autismo, o Appyautism vem como uma ferramenta útil para as famílias e os profissionais na escolha do aplicativo que melhor combina com cada caso. Cada vez mais tem surgido mais apps de todos os tipos (educacional, entretenimento, comunicação, …) desenvolvidos para pessoas com autismo, e embora isso seja bom, formou-se um ecossistema complexo onde as famílias e os profissionais têm encontrado dificuldades para escolher o mais adequado para cada caso.
Neste cenário, Appyautism, disponível em Inglês e Espanhol, pretende ir além das tradicionais coleções de aplicativos, oferecendo um conteúdo elaborado e selecionado e seu potente motor de busca, e ampliando o escopo para incluir todas as plataformas de computador usados ​​hoje. Como não tem na língua portuguesa, os usuários do site devem levar em consideração a adaptação do app (que pode ou não ter versão em português).
O site fornece informações sobre mais de 400 apps, selecionados de acordo com uma lista de critérios objetivos; para cada um deles um breve resumo de seus padrões de funcionalidade e utilização, imagens ou vídeos, links para evidências científicas de sua aplicação e outros dados.
O aplicativo de banco de dados Appyautism será atualizado continuamente, é complementado por um tutorial sobre os tipos de aplicações disponíveis e referências a artigos acadêmicos e populares sobre o uso dessas tecnologias para os indivíduos com TEA.
Ótima notícia, não é? Preparado para conhecer o site? CLICA AQUI!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Mães buscam novas tecnologias para tratamento do autismo

Ricardo Bastos - Hoje em Dia
Mães buscam novas tecnologias para tratamento do autismo
Mães de autistas se articulam para usar métodos alternativos para melhorar a de vida dos seus filhos
A busca por tratamentos do autismo tem unido mães por todo o Brasil. Na luta por melhoria na qualidade de vida dos filhos, elas tentam viabilizar o uso de novas tecnologias, medicamentos e terapias alternativas no país. Atualmente, muitas famílias escolhem levar pacientes autistas para serem acolhidos por especialistas no exterior.

Para divulgar esses tratamentos, um grupo de mães irá promover, no próximo sábado, um encontro em Belo Horizonte que terá como tema “Autismo em Conferência multidisciplinar: novos tratamentos”. Além de especialistas brasileiros, o evento terá a participação do renomado médico americano James Neubrander. “A gente não se conforma só em fazer o básico. Existem abordagens que fazem a criança até perder o diagnóstico”, disse uma das organizadoras do evento e mãe de autista, Michelle Freitas.
Uma das alternativas de tratamento é o biomédico. Iniciado nos Estados Unidos a partir do trabalho do doutor Bernard Rimland, a terapia se baseia no combate às causas biológicas e físicas da doença, a partir de intervenções dietéticas e nutricionais.

O médico Rogério Rodrigues Rita, de Florianópolis (SC), um dos primeiros a utilizar o tratamento no Brasil, apresentará o tema na conferência. “Existem várias terapias que podem ajudar as crianças autistas a se desenvolverem e alcançar o máximo do seu potencial”, frisou. Na palestra, ele irá abordar o movimento biomédico e qual as bases científicas dele, além de explicar como chegar a um tratamento integral do autismo.

Câmara

Outro tratamento inovador, mas ainda pouco acessível aos brasileiros, será apresentado pelo americano James Neubrander. Com o uso da câmara hiperbárica – terapia que permite a inalação de oxigênio puro a uma pressão acima da ambiente, mas ainda não utilizada no Brasil – aliada à vitamina MB12, o especialista conseguiu resultados satisfatórios em tratamentos que ele coordena nos Estados Unidos. Já a vitamina MB12 é administrada por alguns médicos no país, também com bons resultados.

“Os tratamentos e protocolos que uso possibilitaram ajudar milhares de crianças, que hoje são consideradas recuperadas. Eles não são rápidos, fáceis ou baratos, mas quando feitos de forma gradual, a maioria das crianças apresenta melhora”, afirmou Neubrander.

Pacientes comemoram recuperação

Quem pode arcar com o tratamento acaba optando por atendimento particular. Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o paciente tem acompanhamento, identificação e estimulação precoce. Os pacientes também são acolhidos na rede psicossocial e nos Centros Especializados em Reabilitação. O tratamento é focado nas dimensões cognitivas e de linguagem oral, escrita e não verbal, intervenções educativas e comportamentais direcionadas aos sintomas.

Porém, em busca de terapia alternativa, Michelle Freitas apostou no tratamento biomédico para melhorar a qualidade de vida do filho Miguel, de 5 anos. “Ele melhorou bastante. Antes, chorava muito, não dormia à noite, não podia ser contrariado. A nossa vida mudou completamente. Até as terapeutas se surpreenderam com o resultado”. Por mês, a família gasta cerca de R$ 6 mil com o método aliado a cuidados especiais.

Já a corretora de imóveis Márcia Frutuoso Barreto buscou ajuda no exterior para o filho Guilherme, de 5 anos, que perdeu a fala aos 2. Após o tratamento com a câmara hiperbárica, ele é considerado um menino normal. “Meu filho está completamente recuperado. Diferente do que muitos acreditam, o autismo é tratável”.

Após gastar R$ 200 mil nas viagens para tratar o filho Vitor, de 4 anos, nos EUA, a advogada Cristina Doto comemora. “Ele se comunica, interage e, em alguns aspectos, está mais desenvolvido do que outras crianças”.

Mães buscam novas tecnologias para tratamento do autismo
Transtorno aparece na infância

O autismo é um transtorno que afeta o desenvolvimento normal do cérebro, e aparece nos três primeiros anos de vida.



O grau de comprometimento vai de quadros mais leves, como a síndrome de Asperger, até formas graves em que o paciente se mostra incapaz de manter contato interpessoal e apresenta comportamento agressivo e retardo mental.

Conferência

As inscrições para a conferência no próximo sábado custam R$ 220 e são limitadas. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail benueventos@hotmail.com ou pelos telefones (31) 7593-0299 e 9113-2568. O evento será realizado de 8h às 20h, no teatro Ney Soares do UNI-BH (rua Diamantina, 463 – Lagoinha).