domingo, 28 de setembro de 2014

'Treinar' pais de criança autista reduz sintomas do transtorno

Em um novo estudo, pesquisadores concluíram que um determinado tratamento, aplicado nos primeiros anos de vida de um bebê com sinais de autismo, pode melhorar seu desenvolvimento e reduzir os sintomas do transtorno durante a infância. A terapia, no entanto, não é direcionada à criança, mas sim aos seus pais, que passam por uma espécie de treinamento para que estimulem a comunicação dos filhos.

O método testado pela pesquisa foi o Infant Start, desenvolvido na Universidade da Califórnia em Davis, Estados Unidos. Nele, pais de bebês com autismo aprendem formas de estimular a comunicação, a atenção, o aprendizado, a linguagem e a interação social dos filhos.
O estudo, publicado nesta terça-feira, contou com a participação de pais de sete crianças de 6 a 15 meses de vida que apresentavam sintomas relacionados ao autismo, como pouco contato visual, repetição de determinados movimentos e baixa disposição para a comunicação. Os pais, junto com os bebês, passaram por doze sessões de treinamento e, depois, foram acompanhados durante seis meses pelos pesquisadores para que continuassem seguindo o método corretamente.
As crianças voltaram a ser avaliadas dois e três anos após o início do estudo. O desenvolvimento delas foi comparado ao de outras com características diversas. Entre elas, crianças com autismo que só receberam tratamento após os três anos de idade e crianças sem o transtorno.
Leia também:

Segundo a pesquisa, seis das sete crianças que participaram do estudo chegaram aos três anos de idade com o desenvolvimento do aprendizado e da linguagem semelhante ao de crianças sem autismo. “A maioria das crianças com autismo nem ao menos recebeu o diagnóstico da doença nessa idade”, diz Sally Rogers, professora de psiquiatria e ciências comportamentais da Universidade da Califórnia em Davis e coordenadora do estudo.


O estudo, portanto, sugere que começar o tratamento de crianças com autismo de forma precoce diminui os problemas de desenvolvimento ao longo da infância. No entanto, como foi feito apenas com sete crianças, as descobertas precisam ser confirmadas por pesquisas maiores. Mesmo assim, a equipe considera que as conclusões foram importantes, pois mostraram uma redução significativa dos sintomas do transtorno nos primeiros anos de vida.

Não, vacinas não causam autismo

“Uma mentira dá meia volta ao mundo antes que a verdade tenha tempo de colocar suas calças”. 
~ Winston Churchill

Começo o post já pedindo desculpas por um texto tão longo. O tema, no entanto, é complexo e merece ser tratado com atenção.
Eu me sinto, hoje, como alguém saindo do armário. Passei muito tempo tentando evitar conflitos com esse blog e a fanpage, mas o assunto é grave e guardar minhas opiniões comigo mesma não me parece mais razoável.
Eu sei que vai ser dor de cabeça, sei que devo perder muitos seguidores com isso, mas não tem problema. Nunca mantive o blog pra ter fama, muito menos dinheiro. Então, quem ficar, sabe que essa é a minha posição. E, até segunda ordem, ela é inegociável.
Inegociável porque vacinas salvam vidas.
Inegociável porque crianças estão morrendo de doenças que já estavam erradicadas há anos. Chega uma hora em que “enough is enough”, como dizem os americanos. Já deu. Chega. A histeria está passando totalmente dos limites.

E, justamente porque o assunto é sério, queria fazer um pedido simples a quem for comentar: leia o texto inteiro antes. Cheque se a sua dúvida ou contestação já não está respondida no texto ou em um dos vários links onde pesquisei e me baseei, e que se encontram ao longo do post. Se eu perceber que alguém está comentando sem ler, minha única saída vai ser responder algo como “fulano/a, você não leu o texto”. 

HISTÓRICO

Vamos ao que interessa. Toda essa confusão sobre vacina causar autismo veio quando, em 1998, um médico britânico chamado Andrew Wakefield publicou um estudo, no jornal científico “The Lancet”, dizendo que a vacina tríplice (MMR) causava autismo. Sem enrolar muito mais, vamos aos fatos:
  • O sr Wakefield chegou a essa conclusão brilhante com uma amostra ENORME de…12 crianças. Isso mesmo. DOZE crianças.
  • Analisando o histórico médico das crianças, chegou-se à conclusão de que 5 delas já tinham autismo antes da MMR e 3 nem mesmo eram autistas. Wakefield sabia disso e falsificou os dados ao dizer que, em todos os casos, a regressão se deu após a vacinação. A maioria delas, inclusive, nem apresentava a tal “inflamação no intestino”que, segundo ele, teria sido causada pela MMR e levado ao autismo. Leia mais AQUI;
  • Uma investigação mostrou que Wakefield tinha recebido quase US$ 700 mil de advogados, das famílias das crianças estudadas, que pretendiam processar a indústria farmacêutica por “danos causados pela vacina”. Um conflito de interesses ENORME que ele não reportou quando publicou seu “estudo”. Você pode ler mais sobre isso AQUI;
  • Para piorar, uma investigação do jornalista Brian Deer mostrou que Wakefield estava tentando patentear “uma nova vacina MMR segura”. Isso mesmo. Bem espertão. Claro que ele negou quando isso veio à tona, mas você pode ver o documento de solicitação de patente em seu nome, onde se lê claramente VACINA, AQUI.
  • No final das contas, o The Lancet retirou o artigo e Wakefield perdeu sua licença médica por má conduta.
Acontece que o sr Wakefield arrumou fãs famosos, como a atriz Jenny McCarthy, nos Estados Unidos, que propagaram suas ideias. E o resultado disso nós estamos vendo agora: o número crescente de pais que se recusam a vacinar os filhos está trazendo de volta doenças já erradicadas. Os Estados Unidos e a Europa estão enfrentando surtos de sarampo, rubéola e até coqueluche.
A taxa de imunização no Reino Unido em 2003/2004 foi de 80%, bem abaixo dos 95% recomendados pela Organização Mundial de Saúde para garantir que não vai haver epidemias. E, em 2008, pela primeira vez em 14 anos, o sarampo foi declarado como epidemia na Inglaterra e no País de Gales. Milhares de crianças estão à mercê da doença por causa do medo gerado por uma pesquisa fraudada.  (Fonte: BMJ 2011;342:c7452)
Nos Estados Unidos, 288 casos de sarampo foram reportados esse ano no primeiro semestre. É o maior número de casos nesse período desde 1994. Mais de 1 em cada 7 casos levou à hospitalização e 90% dos casos foram em pessoas não vacinadas. (fonte: CDC)
Mas eu sei que qualquer pesquisa no google com o tema “vacinas e autismo” vai deixar o cidadão de cabelo em pé. E, o pior: todo mundo sempre tem, também, um conhecido pra tocar um terror sobre as vacinas. Então, aqui vai um guia rápido pra você saber como se virar nesse papo:
A TEORIA DA CONSPIRAÇÃO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, A “BIG PHARMA”
Esse rende. Portanto, tem vários tópicos. Vamos por partes.
1) Alguém vai te dizer que não há estudos suficientes provando que vacinas não causam autismo.
Desde que o estudo fraudulento de Wakefield saiu, outros inúmeros foram feitos para tentar refutar ou replicar os resultados dele. Com isso, mais de 25 MILHÕES de crianças, no total, foram estudadas. E nenhum estudo (SÉRIO, veja bem) confirmou os resultados de Wakefield. Muito antes pelo contrário. Se você quer dar uma olhada em uma lista de estudos bem grande que mostra que vacinas não causam autismo, há 107 deles AQUI. Aí tem de tudo: thimerosal, calendário apertado, resposta imune a muitas vacinas juntas, TUDO.
Aliás, sobre “o perigo das múltiplas vacinações” e da “sobrecarga do sistema imunológico da criança” (que já foi provado que não causa autismo nesse estudo AQUI), você já parou pra pensar que qualquer virose ou infecção bacteriana faz isso? E os beijinhos, os brinquedos do bebê que vão no chão e na boca, nada?? E olha que a vacina é feita de vírus e bactérias desativados/atenuados. A vida real não é assim.
2) Alguém vai te dizer “ah, mas todos esses estudos foram bancados pela BIG PHARMA”, que quer ocultar os resultados.
O ônus da prova é de quem acusa, não é?! Mande a sua amiga provar. Ela pode entrar em um por um da lista acima e anotar quais foram, de fato, pagos por farmacêuticas. Eu te garanto que grande parte deles não foi. E o último e mais recente estudo, bem robusto, que examinou o histórico de 1.3 MILHÕES de crianças no mundo e provou que não há relação entre vacinas e autismo, foi tocado pelaUniversidade de Sydney. Você pode ler mais sobre esses resultados AQUI.
3) Alguém vai te dizer “mas eu tenho uma lista de 50 ESTUDOS CIENTÍFICOS “isentos” que provam que vacinas causam, sim, autismo”.
Eu tenho uma amiga que é modelo por profissão e fica P da vida quando qualquer subcelebridade aparece na mídia como “modelo”. É o mesmo com pesquisa científica. Tem muito caroço nesse mingau. Muito joio no meio do trigo. Existe amostra insuficiente, conflito de interesse, teste estatístico errado, pesquisas que não podem ser replicadas, que não foram revisadas por outros cientistas para checar por inconsistências, e um monte de jornal que se diz científico, mas que publica qualquer coisa se pagarem bem.
E, sobre os mais de 50 estudos que alguém te passou o link, todos podem ser desacreditados em minutos por um (ou mais) dos motivos que eu citei acima. Felizmente, alguém já fez isso. Quer ver? Clique AQUI.
4) Alguém vai dizer “ah, mas a BIG PHARMA só pensa no lucro, só quer ganhar dinheiro”.
Eu não queria ser a pessoa a te dar essa notícia. Você está sentado/a? Então vamos lá. Todo mundo quer ganhar dinheiro. Seu tio Everaldo, que tem uma van escolar, quer ganhar dinheiro. Sua prima Jaqueline, que vende brigadeiro gourmet, também quer ganhar dinheiro. O pessoal que vende suplemento alimentar também quer ganhar dinheiro. Quem vende comida sem glúten quer ganhar dinheiro. A pessoa que fala que vai “desintoxicar as vacinas” do seu filho também quer ganhar dinheiro. E até o cara que vende homeopatia quer ganhar dinheiro. (Atenção, não estou questionando a índole de ninguém! Só estou mostrando que ninguém faz nada disso de graça!)
E, quer saber de uma coisa? Se a BIG PHARMA está ocultando que vacinas causam autismo pra vender mais vacinas, eles têm péssimos consultores de negócio e estratégia. Sabia que as vacinas são menos de 3% do lucro total das farmacêuticas?
5) Alguém vai te dizer que não se fazem testes suficientes de segurança com as vacinas. 
Esta pessoa está errada. Só como exemplo, cite ESSE estudo que foi feito para avaliar a segurança e efetividade da vacina pneumocócica com mais de 37 mil crianças (perceba a diferença do tamanho de amostra com as 12 crianças estudadas pelo Sr.Wakefield)
OS TÓXXXXXICOS DAS VACINAS
1) Alguém vai dizer “vacinas têm thimerosal, um negócio que tem mercúrio, que é tóxico e causa autismo”. 
  • Várias informações aí. Pra começar, faz uns 10 anos que o thimerosal, um conservante, foi retirado da maioria das vacinas, ficando só na de gripe. E as crianças continuam sendo diagnosticadas com autismo. Aliás, a MMR, vejam só, NUNCA teve thimerosal! Que coisa, hein?!
  • Primeiro que o metabolismo do thimerosal gera Etil Mercúrio, e não Metil Mercúrio. Parece besteira, mas a diferença é grande. O Etil Mercúrio (ou Mercúrio Etílico) não acumula no corpo. O Metil Mercúrio (o mesmo encontrado em peixes) é tóxico e acumula. Pra ilustrar isso, pense no álcool. Se você ingerir o Álcool Metílico (o álcool de cozinha), pode ficar cego ou até morrer. Já o Álcool Etílico é o encontrado em bebidas como vodka e whisky.
 2) Alguém vai dizer “mas as vacinas têm alumínio e formol, que são tóxicos”.
Os sais de alumínio são utilizados para aumentar a resposta imune do corpo à vacina. Sua segurança já vem sendo provada há 70 anos, em milhões de pessoas, e raríssimos efeitos colaterais. (Gupta RK, Rost BE, Relyveld E, Siber GR. Adjuvant properties of aluminum and calcium compounds. In: Powell MF, Newman MJ, eds.Vaccine Design: The Subunit and Adjuvant Approach. New York, NY: Plenum Press; 1995:229–248)
Agora, as crianças não têm contato com alumínio só nas vacinas. Ele é abundante no ambiente (no ar, na comida, na água). Por exemplo, o leite materno contém aproximadamente 38 mg de alumínio por litro. As fórmulas infantis contêm, em média, 225 mg de alumínio por litro. As vacinas contém uma quantidade similar à das fórmulas.
O alumínio é eliminado do corpo em 24 horas (Keith LS, Jones DE, Chou C. Aluminum toxicokinetics regarding infant diet and vaccination.Vaccine.2002;20 :S13– S17). E, fazendo as contas, a quantidade de alumínio à qual as crianças estão expostas com a comida e vacinas é bem menor que a recomendada e bem menor que a considerada segura em experimentos com animais.

Quanto ao formol, ele está presente na natureza e no nosso próprio sangue. 

BULA E VAERS
1) Alguém vai dizer “mas os próprios registros do VAERS e das bulas das vacinas falam que podem causar autismo e outros danos graves”.

O VAERS é um programa que monitora a segurança das vacinas depois de lançadas nos Estados Unidos. O objetivo é checar se algum efeito colateral que não apareceu nos testes anteriores vai surgir, para que tomem as devidas precauções.
Qualquer um pode e deve fazer reportes ao VAERS. O governo, inclusive, incentiva isso. Se você vacinou seu filho nos Estados Unidos e ele teve qualquer coisa considerada grave, mesmo que você não tenha certeza de que foi a vacina, você pode entrar no site do VAERS e colocar isso lá. Você pode, também, mencionar isso para o médico do seu filho e ele faz o reporte.
O ponto é: os relatórios do VAERS, para quem lê (inclusive partes nas bulas das vacinas) são RELATOS. Não são dados investigados e comprovados. Então, a grosso modo, se meu filho tomou uma vacina e eu achei que isso fez ele mudar de orientação sexual, eu posso reportar isso ao VAERS. E isso VAI APARECER nos relatórios da vacina em questão. Leia mais sobre o VAERS aqui.
Um estudo recente do VAERS mostrou que menos de 3% dos relatos de reações adversas relacionadas a vacinas estavam, de fato, relacionados a elas. E a maioria dessas reações adversas, após a análise, eram leves. O total de reações adversas consideradas graves é menos de 1% do total. E, para esses casos raros, há um fundo de compensações.
Então, ninguém está falando que não há riscos. Mas que eles são muito pequenos se compararmos com os benefícios das vacinas.
Outra coisa importante é que a bula da vacina tem que reportar qualquer morte ocorrida durante os períodos de teste. Mesmo que essa morte não tenha nada a ver com a vacina. 



A causa primeira de óbitos entre crianças autistas: afogamento


Levantamento feito entre os anos 2009 e 2011, publicado recentemente pela “National Autism Association'' (Estados Unidos), revela que 90% dos óbitos ocorridos nesse período entre crianças até os 14 anos de vida foram causados por afogamento acidental.
Segundo a Dra. Varleisha Gibbs da “University of Sciences'', na Filadélfia, muitas famílias americanas procuram praias, lagos, rios, piscinas e parques aquáticos no verão para se divertir e enfrentar o calor.
Com mudanças de rotina e de ambiente as crianças autistas muitas vezes se sentem desconfortáveis e se afastam de seus familiares em busca de isolamento e tranquilidade. É nessas circunstâncias que essas crianças, sem noção de perigo, se tornam vulneráveis a acidentes graves.
Em outro levantamento, feito junto a 856 famílias de crianças autistas, promovido pela “Interactive Autism Network'' (IAN) em colaboração com várias instituições americanas importantes, levaram os pesquisadores a resultados preliminares preocupantes: 50% das crianças autistas entre os 4 e 9 anos se afastam de seus familiares e lugares seguros para “perambular aparentemente sem objetivo'', percentual este 4 vezes maior que aquele encontrado entre crianças neurotipicas (normais).
Os cinco motivos mais comuns referidos pelos pais para tal comportamento:
1. Tentativa de se afastar de estímulos sensoriais desagradáveis.
2. Tentativa de se afastar de situações ansiogênicas (demandas escolares por exemplo).
3. Buscar ambientes acolhedores e agradáveis (um parque por exemplo).
4. Procurar locais de interesse especial (estações de trens e metros por exemplo).
5. Correr simplesmente por impulso e explorar lugares novos.
Essas pesquisas, ao contrário de outras nas áreas de genética, neurociências e psicofarmacologia, fornecem subsídios para intervenções imediatas nas mais diversas áreas: políticas públicas, mobilização das famílias de portadores e das comunidades. As providências que vem sendo tomadas (nos Estados Unidos) para proteção dessas crianças:
- Integração e cooperação com as autoridades policiais locais.
- Uso de pulseiras e correntes com placas de identificação.
- Camisetas e boinas indicando que a criança é portadora de autismo.
- Dispositivos eletrônicos de rastreamento e monitoramento via GPS ou telemetria.
- Alarmes em pontos de evasão (portas, portões e janelas).
- Vídeo modelagem como recurso de instrução e treinamento dessas crianças diante de situações de risco.
- Colocação de placas e avisos de alerta em locais de risco (lagos, piscinas, praias, avenidas e ruas) de fácil entendimento para crianças autistas treinadas com o recurso da vídeo modelagem.
- Aulas de natação e manobras de sobrevivência (crianças autistas adoram a água).
Espero que essas informações sirvam de alguma forma para tornar evidentes o nosso atraso (descomunal) em relação aos países desenvolvidos no que diz respeito aos cuidados com indivíduos autistas.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Tribunal italiano : Vacina MMR causou o autismo: "Porque a mídia dos EUA quer apagar essa história" ?

Traduzido do Italiano.


Muitos pais não pensam duas vezes antes de levar os filhos para a vacinação de rotina, pois eles são uma parte integrante e fortemente promovida do sistema médico convencional. Mas essa decisão teve vida alterando, e às vezes a vida termina para as crianças  mais do que você poderia esperar.


Muitos ativistas do núcleo de saúde estão angustiados querendo promover a prevenção de todas as vacinas sem rodeios. Em vez disso, eu recomendo vivamente que você invista um tempo para educar-se sobre os benefícios e riscos potenciais de cada vacina antes da vacinação, e tomar decisões fundamentadas com base no que você concluir é provável que seja o melhor curso de ação para o seu filho.

Enquanto algumas vacinas parecem ser mais seguras do que outras, é importante perceber que cada vacinação carrega certa quantidade de riscos e pode ser maior para uns do que outros, devido a fatores biológicos , ambientais, o calendário e os tipos de vacinas dadas. Os riscos de vacinação podem ser aumentados exponencialmente quando a revacinação ocorre após um indivíduo já ter tido uma reação a vacina anterior, ou quando várias vacinas são administradas ao mesmo tempo.

Existem vacinas que, historicamente, têm sido associadas com mais efeitos colaterais do que outras, e as combinações de sarampo, caxumba e rubéola - MMR shot - é um desses.

Riscos para a saúde associados com a vacina MMR tem sido notíciado por cerca de 15 anos, e nós vamos ver sem dúvida, perguntas sobre a vacina nos próximos dias e semanas, porque o Ministério da Saúde italiano admitiu recentemente que a vacina tríplice viral causou autismo em um menino agora com nove anos de idade, que sofreu inflamação cerebral e danos permanentes depois de ter sido vacinado.

Tribunal italiano vacina MMR causou autismo

Em 2004 foi dada uma dose da vacina MMR em Valentino Bocca , então com a idade de 15 meses. De acordo com seus pais, a mudança no comportamento dele foi imediata. Naquela mesma noite, ele se recusou a comer, e desenvolveu diarreia durante a noite. Em poucos dias ele já não era capaz de colocar uma colher na boca, e passou noites chorando de dor. Seus pais imediatamente suspeitaram da vacinação, mas disseram que isso era "impossível". Valentino regrediu progressivamente, e recebeu o diagnóstico de autismo, um ano depois.

Na análise final, o Ministério da Saúde Italiano discordou da conclusão inicial do pediatra, admitindo que a vacina estivesse em falta.


Como resultado, um tribunal em Rimini, Itália recentemente galardoado com a família Bocca uma anuidade de 15 anos, totalizando 174 mil euros (pouco menos de 220 mil dólares), além de reembolso de custas processuais, determinando que Valentino "foi danificado por complicações irreversíveis, devido à vacinação (profilaxia MMR trivalente)i . "De acordo com um artigo publicado no jornal britânico The Independentii , cerca de 100 casos semelhantes já estão sendo examinados por advogados italianos, e mais casos podem ser levados a tribunal.
"Luca Ventaloro o advogado da família, disse ontem:" Isso é muito significativo para a Grã-Bretanha, que utiliza, e tem usado, uma vacina MMR com os mesmos componentes que o dado de Valentino.
É errado para os governos e suas autoridades de saúde a exercer uma forte pressão sobre os pais para levar as crianças para a vacina MMR, ignorando que esta vacina pode causar autismo e condições relacionadas. "O número de casos de autismo aumentou consideravelmente desde 1970, com um em cada 64 crianças britânicas afetadas " The Independent relatórios iii .

Por que a mídia do EUA tenta esconder esta história?


Vale a pena ressaltar que esta história ainda tem de ser abordada na mídia dos EUA ... O Daily Mail foi o primeiro trabalho no Reino Unido para falar sobre o assunto em 15 de junhoiv . The Independent foi o segundo a imprimir um artigo, em 17 de junho. O Daily Mail foi o mais substancial dos dois. Sua versão incluiu as seguintes afirmações:
"O juiz Lucio Ardigo, a concessão da indemnização à família ... disse que era" conclusiva "de que Valentino tinha sofrido de um" distúrbio autista associado com o meio cognitivo atraso "e de sua doença, como o Dr. Barboni afirma, estava ligado a receber a vacina. Advogado Sr. Ventaloro explicou ontem: 'Isso é muito significativo para a Grã-Bretanha, que utiliza, e tem usado, uma vacina MMR com os mesmos componentes que o dado de Valentino. "É errado para os governos e suas autoridades de saúde a exercer uma forte pressão sobre os pais para levar as crianças para a vacina MMR, ignorando que esta vacina pode causar autismo e condições associadas.
Claudio Simion, um dos principais membros da Associação de grupo de lobby para a liberdade de escolha na vacinação (Comilva), acrescenta: "O julgamento Rimini é de vital importância para as crianças em todos os lugares. Os números com autismo estão crescendo. É uma coisa terrível que as autoridades fecham os olhos para a ligação entre a vacina MMR e esta doença. "
A completa falta de cobertura deste caso na mídia dos EUA é um exemplo poderoso de como a informação de saúde é flat out censurado . É de se admirar que muitos americanos ainda estão no escuro? Quer ouvir sobre este caso na mídia dos EUA iria convencê-lo a acreditar que as vacinas podem causar autismo ou não.

"Controverso" MMR Vaccine Research replicado e preciso


É praticamente impossível ler um artigo sobre a vacina MMR sem vir através de uma referência a 1998, a pesquisa gastroenterologista britânico Dr. Andrew Wakefield publicado na The Lancet , o que sugere que pode haver uma ligação entre a vacina MMR, doença intestinal crônica, e autismo. Desde a publicação do artigo, manteve-se um dos mais citados estudos ainda controversos sobre o tema da segurança da vacina.
Alguns funcionários da saúde pública e médicos que falam sobre a vacinação na mídia hoje não levar a questão de que a pesquisa de Wakefield foi posteriormente "desacreditado" pelo General Medical Council da Grã-Bretanha, ignorando completamente os fatos sobre o que sua pesquisa realmente mostrou, e a longa lista de estudos realizados desde então por outros pesquisadores que fazer backup de suas descobertas iniciais.
O estudo do Dr. Wakefield 1998 envolveu uma análise de série de casos retrospectiva, que, essencialmente, analisa os históricos clínicos de um grupo de pacientes com uma constelação de sinais e sintomas que apontam los juntos e criam um padrão. Neste caso, era um grupo de crianças autistas com problemas gastrointestinais, o que levou à descoberta de uma doença intestinal romance que Wakefield e seus colegas do Hospital Royal Free, em Londres, descrito pela primeira vez.
Mas ao invés de comemorar a descoberta de um grave problema de saúde tangível, tratável e potencialmente evitáveis ​​que podem ajudar aqueles que sofrem com problemas de saúde semelhantes, a descoberta de Wakefield se tornou uma controvérsia debatida em que a reputação pessoal e profissional do Dr. Wakefield foi manchada.
Por quê?
Porque a história clínica não terminou com doença intestinal, que incluiu também os sintomas de autismo regressivo depois de receber a vacina MMR ...
Nos anos seguintes à sua descoberta 1998, que ligava a vacina tríplice viral para doença inflamatória intestinal e sintomas de autismo, Dr. Wakefield publicou mais 19 artigos sobre o distúrbio intestinal induzida pela vacina. Todos foram espreitar revistas, e nenhum deles foi recolhido. No entanto, nenhum destes documentos são 19 já discutido nos meios.
O único estudo que continua vendo a luz do dia é o artigo original Lancet partir de 1998. Outro fato interessante é que, uma vez que o estudo, um grande número de estudos de reprodução foram realizados em todo o mundo, por outros pesquisadores, que confirmam os resultados iniciais de Wakefield. No entanto, você nunca ouve uma palavra sobre os quer!
Para obter uma lista de 28 estudos de todo o mundo que controversas descobertas de apoio Dr. Wakefield 1998, consulte este anterior artigo .
Como um exemplo de muitos, no Encontro Internacional de 2006 para a Pesquisa do Autismo, Stephen J. Walker, Ph.D.compartilhado resultados preliminares de pesquisa que confirmaram resultados contestados do Dr. Wakefield.
A equipe de pesquisa da Wake Forest University School of Medicine, na Carolina do Norte examinaram crianças com autismo regressivo e doença intestinal, e dos 82 testados no momento da sua apresentação, 70 foram positivos para a cepa da vacina do vírus do sarampo (em oposição com a estirpe selvagem do sarampo). O que isto foi provado é que a maioria das crianças diagnosticadas com autismo regressivo teve a cepa da vacina do sarampo em seu trato gastrointestinal, que é exatamente o que o Dr. Wakefield tinha encontrado em 1998.
Isto não prova automaticamente a vacina era a causa do autismo, mas que faz, pelo menos, sugerem uma ligação entre estes três factores relacionados com a presença de MMR estirpe da vacina do sarampo no tracto digestivo, inflamação crónica do intestino e dos sintomas autismo regressivo. O que nos leva à pesquisa mais recente sobre as ramificações da inflamação intestinal crônica.

A ligação entre o intestino e seu cérebro

Será assim tão improvável que a inflamação intestinal crônica de um vírus do sarampo pode levar a um comportamento autista? Afinal de contas, o sistema gastrointestinal é muitas vezes referida como o seu "segundo cérebro", que contém cerca de 100 milhões neurônios, mais do que em qualquer um a medula espinhal ou o sistema nervoso periférico!
A pesquisa do Dr. Natasha Campbell-McBride mostra que há uma interação profunda dinâmica entre seu intestino, seu cérebro e seu sistema imunológico, e que ela desenvolveu o que pode ser uma das estratégias de tratamento mais profundamente importantes para prevenir o autismo, bem como uma vasta gama de outros neurológica -,-psicológico, e desordens auto-imunes, todos os quais são fortemente influenciadas pelo seu saúde do intestino.
Eu acredito nela Gut e Síndrome de Psicologia e Gut e Síndrome de Fisiologia (GAPS) programa nutricional é extremamente importante para a maioria das pessoas, como a maioria das pessoas tem essa má saúde do intestino, devido à má alimentação e exposições tóxicas, mas é particularmente importante para as mulheres grávidas e crianças pequenas.
De acordo com o Dr. Campbell-McBride, crianças que nascem com severamente danificados flora intestinal correm um risco significativamente aumentado de dano vacina, que pode ajudar a explicar por que algumas crianças desenvolvem sintomas de autismo depois de receber uma ou mais vacinas infantis, como a MMR vacina, enquanto outros não o fazem.
Numa anterior entrevista , ela explicou a cadeia de eventos que é típico para muitos, se não a maioria, crianças autistas:
"O que acontece nessas crianças [é que] eles não desenvolvem flora intestinal normal desde o nascimento ... Como resultado, seu sistema digestivo em vez de ser uma fonte de alimento para essas crianças, torna-se uma importante fonte de toxicidade. Estes micróbios patogénicos no interior do tracto digestivo seu dano a integridade da parede do intestino. Então, todo o tipo de toxinas e micróbios inundação na corrente sanguínea da criança, e entrar no cérebro da criança.
Isso geralmente acontece no segundo ano de vida em crianças que eram amamentadas porque o aleitamento materno fornece uma proteção contra este flora intestinal anormal. Em crianças que não foram amamentadas, vejo os sintomas do autismo em desenvolvimento no primeiro ano de vida. Assim, o aleitamento materno é fundamental para proteger estas crianças. "
Se uma criança com flora intestinal anormal e trato digestivo danificado recebe uma vacina, a carga tóxica adicional pode revelar-se demasiado grande para suportar. Tenha em mente que esta carga tóxica não é necessariamente limitado ao timerosal (conservante à base de mercúrio) ou adjuvantes à base de alumínio encontrados em algumas vacinas. A vacina MMR, por exemplo, não contém timerosal ou alumínio. Em vez disso, parece que o vírus da vacina do sarampo pode contribuir para a inflamação crónica do intestino, libertando assim uma cascata de efeitos prejudiciais sobre o cérebro.
"... Se o cérebro da criança está entupido com a toxicidade, a criança falha que a janela de oportunidade de aprendizagem e começa a desenvolver autismo, dependendo da mistura de toxinas, dependendo da gravidade de toda a condição é, e como gravemente anormal da flora intestinal está na criança ", Dr. Campbell-McBride explica.
É importante entender que a flora intestinal a criança adquire durante o parto vaginal é dependente de suas-a flora mother's-gut. Portanto, se sua microflora é anormal, o seu filho vai ser assim. O autismo não é o único resultado possível neste caso.
GAPS pode se manifestar como um conglomerado de sintomas que podem se enquadram no diagnóstico quer de autismo ou déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtorno de déficit de atenção (ADD), dislexia, dispraxia, ou transtorno obsessivo-compulsivo, só para citar algumas possibilidades. Problemas digestivos, asma, alergias, problemas de pele e doenças auto-imunes também são conseqüências comuns de lacunas, uma vez que pode apresentar-se ou psicológica ou fisiologicamente.

A, solução simples e barata para reduzir os riscos da vacina contra danos

O livro do Dr. Campbell-McBride Gut e Síndrome de Psicologia contém todo um capítulo descrevendo o que os profissionais de saúde precisam fazer para melhorar a estratégia de vacinação, porque o protocolo de vacinação padrão é obrigado a danos GAPS bebês. Ela explica:
"É uma questão de a última gota quebrar as costas do camelo. Se a criança estiver danificado o suficiente, a vacina pode fornecer essa última gota. Mas se ele não prevê que gota d'água em uma determinada criança, então ele vai começar a criança mais perto do ponto de ruptura. "
Felizmente, é possível sim barata identificar lacunas nas primeiras semanas de vida do seu bebê, o que pode ajudá-lo a tomar decisões mais bem informadas sobre a vacinação e sobre como proceder para definir o seu filho no caminho para uma vida saudável.
Todo o processo para a identificação de crianças que estariam em risco de desenvolver autismo de uma vacina é descrito em seu livro, mas para resumir, em sua prática, ela começa pela coleta de uma história completa de saúde dos pais e sua saúde intestinal é avaliada.
Então, nos primeiros dias de vida, as fezes da criança pode ser analisada para determinar o estado de suas flora intestinal, seguido de um teste de urina para verificar se há metabólitos, o que pode lhe dar uma imagem do estado da imunológico de seu filho sistema.
Estes testes estão disponíveis na maioria dos laboratórios ao redor do mundo e custam uma quantidade muito razoável, cerca de US $ 80-100 por teste - amendoim em comparação com o incrível gasto de tratar uma criança autista, uma vez que o estrago está feito.
Em minha opinião, é absolutamente vital para realizar esta análise antes de se considerar a vacinação de seu filho. Como o Dr. Campbell-McBride estados, ela ainda tem que encontrar uma criança autista com a flora intestinal normal. Se você achar que seu bebê tem microflora intestinal anormal, ou começa a desenvolver sintomas de autismo um ou dois anos mais tarde, o programa de LACUNAS deve ser iniciado imediatamente, como o mais jovem a criança é quando você começa o tratamento, melhores serão os resultados.
Você deve avaliar seriamente o potencial aumento do risco de dar a uma criança as vacinas antes de sua microflora testa normal. Para mais informações sobre o Programa de lacunas nutricionais , incluindo os dois tipos de lacunas dietas, e da importância de alimentos fermentados, leia este artigo anterior .

Vacina MMR ligada à inflamação do cérebro

Considerando que a pesquisa do Dr. Wakefield e outros fornecem evidências convincentes de que a vacina MMR pode causar doença inflamatória intestinal crônica, outros pesquisadores descobriram ligações entre o MMR e inflamação do cérebro. Dr. Harold Buttram tem escrito sobre a potencial ligação da vacina tríplice ao autismo, devido ao potencial da vacina causar inflamação no cérebro. Ele explica:
"Primeiro, e talvez mais importante, a MMR é incubada em meio de cultura de embrião de pinto, a qual necessariamente inclui precursores de todos os sistemas de órgãos do pintainho, incluindo a proteína básica mielina. Merck Pharmaceuticals, que produz a vacina MMR, afirma que todos os vestígios do embrião de galinha são removidos antes que a vacina é libertado para utilização.
Isso pode ser verdade, mas é provavelmente irrelevante, uma vez que não leva em conta o processo de elementos genéticos móveis, mais comumente referido como "genes saltadores". Vírus que está sendo feita inteiramente de material genético, que são altamente suscetíveis a este processo .
Tem sido mostrado que os vírus são geneticamente alteradas por aceitar material genético a partir de culturas de células. A marca genética do pintainho proteína básica da mielina, que é externa ao sistema de humanos por causa da sua origem pintainho, pode ser programado para induzir anticorpos contra a proteína básica da mielina humana, uma vez injectado no sistema humano.
Este, por sua vez, resultando potencialmente em encefalite. "
Se você não quer tomar sua palavra para ela, dê uma olhada na bula da vacina MMR da Merckv , o qual, na página sete, encefalite relaciona como um efeito colateral potencial. A diabetes tipo 2 (diabetes mellitus) é outro, juntamente com um certo número de outras condições que alteram o potencial de vida. Raramente, ou nunca, se o seu pediatra calmamente informá-lo sobre estes efeitos colaterais relatados, razão pela qual você seria sábio para ler a vacina do fabricante do produto insere como parte de sua própria investigação pessoal, antes da vacinação.

Outros Reconhecido Casos de MMR Vaccine Brain Damage

Em 2009, o Tribunal Distrital dos EUA de Reivindicações, também conhecido como o "Tribunal da vacina", decidiu a favor da concessão de compensação de ferimento vacina federal para um jovem garoto, que desenvolveu Delay Invasivo do Desenvolvimento (PDD), uma constelação de sintomas de disfunção cerebral que inclui o autismo e outros distúrbios de aprendizagem.
Os pais de Bailey Banks argumentou que seu filho teve uma convulsão 16 dias após a primeira vacinação MMR. Isso, segundo eles, levou a um tipo de inflamação do cérebro chamada encefalomielite aguda disseminada (ADEM), que, por sua vez, levou a PDD.
O tribunal concordou que a vacina MMR tinha, de fato, fez com que ele sofra Encefalomielite Disseminada Aguda levando a danos cerebrais permanentes. De acordo com a decisão do tribunal, houve "uma sequência imediata de causa e efeito que leva inexoravelmente de vacinação para Delay Invasivo do Desenvolvimento".
Como você pode ver, o que estamos vendo em alguns casos, é pouco mais do que semântica, realmente, porque qual é a diferença, em termos práticos, entre PDD e autismo? Ambas as palavras descrevem disfunção cerebral crônica. Eles são essencialmente duas maneiras de descrever a mesma doença do cérebro em diferentes pontos ao longo de um espectro.
Essencialmente, este é quantas pessoas são enganadas e mantidos no escuro, porque quando a palavra "autismo" não é usado, todos podem continuar insistindo que "não há nenhuma evidência ligando vacinas com autismo." Ainda assim, para um pai e seu filho afetada , o resultado final é a mesma
O caso de Hannah Poling é outro caso importante a ponderar quando se discute dano potencial vacina. No seu caso, verificou-se que as vacinas "agravou significativamente uma desordem mitocondrial subjacente", resultando em um distúrbio cerebral ", com características de desordem do espectro autista."
As mitocôndrias são as potências em células do seu corpo, que produzem energia. O Tribunal de Reivindicações e agências de saúde do governo dos EUA novamente parou de admitir uma ligação direta entre autismo e vacinas, dizendo que em vez que as vacinas só podem ser um perigo para as crianças que têm uma disfunção "raro" mitocondrial.
O problema é que mitocondrial "disfunção" pode não ser tão rara como se pensava inicialmente. Segundo algumas estimativas, a prevalência pode ser tão alta quanto 1 em 50 crianças, que é muito danado perto da atual prevalência do autismo.
Mas é possível que o que o governo está chamando uma predisposição genética para a disfunção mitocondrial é realmente uma resposta biológica ou celular de inúmeras agressões ambientais? Pode apostar!
Uma nova meta-análise publicada na edição de março da Molecular Psychiatry vi descobriram que, enquanto cinco por cento das crianças com transtornos do espectro do autismo (ASD) apresentaram disfunção mitocondrial (MD), muito maior do que a encontrada na população em geral, 79 por cento dos eles não foram associados a qualquer tipo de anormalidade genética! Setenta e quatro por cento das crianças com ASD também foram encontradas anomalias gastrointestinais, mais uma vez apoiando a ligação entre doenças intestinais crônicas e sintomas autistas.
De acordo com os autores:
"Neuroimagem, in vitro e os estudos do cérebro post-mortem foram consistentes com uma elevada prevalência de disfunção mitocondrial (MD) em ASD. Tomados em conjunto, estes resultados sugerem que as crianças com ASD têm um espectro de disfunção mitocondrial de diferentes gravidade ...
A prevalência de regressão do desenvolvimento (52%), crises convulsivas (41%), atraso motor (51%), alterações gastrointestinais (74%), ao sexo feminino (39%), e aumento de lactato (78%) e piruvato (45%) foi significativamente maior no ASD / MD comparação com a população em geral ASD.
A prevalência de muitas destas anormalidades era semelhante ao da população geral de crianças com disfunção mitocondrial, sugerindo que a CIA / DM representa um subgrupo distinto de crianças com DM.
A maioria dos casos de ASD / MD (79%) não foram associados com anormalidades genéticas, levantando a possibilidade de disfunção mitocondrial secundário. estudos de tratamento para ASD / MD foram limitados, embora as melhorias foram notadas em alguns estudos com carnitina, co-enzima Q10 e B- vitaminas.
... Em geral, essa evidência apóia a noção de que a disfunção mitocondrial está associada com ASD . Estudos adicionais são necessários para definir melhor o papel da disfunção mitocondrial em ASD. "[Grifo meu]

A Pediatra Responde

Em resposta ao caso italiano, Dr. Lawrence Palevsky, MDvii , postou a seguinte declaração em sua página no Facebook:
"Uma das razões pelas quais a vacina contra o sarampo foi originalmente administrados às crianças era prevenir contra o infeliz, mas rara complicação de uma infecção por sarampo-PEES (subaguda esclerosante subaguda). Antes da vacina contra o sarampo foi licenciada para uso em os EUA em 1963, o CDC relata que 400 mil casos de infecção por sarampo ocorreram a cada ano em os EUA.No entanto, a taxa de incidência de sarampo encefalite (PES) foi de apenas 0,0061%. A encefalite é outro termo para a inflamação do cérebro, e isso raramente ocorre após uma infecção por sarampo, devido a uma infecção viral lenta das semanas cerebrais, meses ou mesmo anos após a resolução de uma infecção por sarampo.
De acordo com o CDC viii , houve 368 casos de SSPE em cidadãos dos EUA entre 1969 e 1981. 55% (202) dos casos tinham apenas uma história de ter tido uma infecção por sarampo. 14% (51) tinham uma história de só ter recebido a vacina contra o sarampo, e 17% tinham história de ter tido tanto a infecção por sarampo natural ea vacina contra o sarampo. 14% (52) não deu qualquer história de ter tido a infecção do sarampo ou a vacina. Estes dados mostram claramente que o PES pode ocorrer depois de um subconjunto de pessoas receberam a vacina contra o sarampo.
O desenvolvimento de encefalite não se limita apenas às pessoas, que experimentam uma infecção sarampo natural. De acordo com o CDC, 1 em cada 88 crianças americanas receberam o diagnóstico de autismo ix . Em crianças com autismo, estamos descobrindo que eles também têm uma quantidade considerável de inflamação no cérebro. Em outras palavras, as crianças com autismo também sofrem de encefalite.
Como os pontos do CDC assinala que a encefalite pode ocorrer em pessoas que recebem a vacina contra o sarampo, que é cientificamente válido dizer que em um subconjunto de 1 em 88 crianças que sofrem de autismo, ou seja, inflamação do cérebro, a vacina contra o sarampo que receberam podem ter contribuíram para o início da sua inflamação no cérebro. Então, aqui está a troca.Passamos de uma encefalite incidência taxa pós sarampo infecção de 0,0061% para uma taxa de incidência de encefalite pós vacinação contra o sarampo de 1,14% (1 em cada 88 crianças).
Como resultado da utilização da vacina do sarampo, vemos menos casos de infecções por sarampo óbvias agudas. Em vez disso, no entanto, agora temos muitos mais casos clínicos de inflamação cerebral crônica, a própria complicação de uma infecção por sarampo natural que a vacina deveria proteger contra.
Eu diria que o programa de vacinação contra o sarampo não conseguiu realizar o que pretendia fazer, e agora, como resultado de nossas tentativas de minimizar a rara complicação de uma infecção por sarampo em crianças parar de experimentar uma infecção por sarampo, criamos o muito problema de uma enorme quantidade de crianças com inflamação cerebral crônica. "

Por que não Agências de Saúde examinar os riscos do excesso de vacinas?

Tenha em mente que a segurança da vacina não é apenas sobre vacinas individuais. Dr. Russell Blaylock escreveu um excelente artigo que explica a ligação entre a vacinação excessiva e desordens do desenvolvimento neurológico, como autismo, que é definitivamente vale a pena ler.
Dr. Blaylock está sugerindo que as vacinas podem excesso de estimular o sistema imunológico do seu filho e, quando várias vacinas são administradas em conjunto, ou em rápida sucessão, a sua interação pode submergir completamente o sistema imunológico em desenvolvimento do seu filho.
É o seu filho, por isso é até você para tomar uma decisão informada. Para os pais que estão procurando a verdade sobre vacinações, convido-vos a continuar a sua viagem através de pesquisa no site e outros recursos confiáveis ​​como o Centro Nacional de Informações de Vacinas para mais informações.

Por que devemos insistir em Invocando o princípio da precaução

Se várias exposições tóxicas e má nutrição é a culpa, em seguida, tentando destrinchar "o" principal culpado para o autismo vai nos levar a lugar nenhum. Eu acredito que devemos abordar a questão da ASD com um objetivo muito mais amplo, e que é a seguinte:
  1. Reduzir todas as exposições tóxicas
  2. Melhorar a nutrição para as mulheres grávidas e crianças pequenas
  3. Melhorar a saúde digestiva de mulheres grávidas e crianças pequenas, e testar todos os recém-nascidos para avaliar suas flora digestivas para ajudar a determinar a hora mais segura para vacinar, para aqueles que optarem por fazê-lo
Esta tática inclui, mas não se limita a reduzir a carga de vacina, especialmente os EUA, onde a maioria das crianças recebem as vacinas de qualquer país do planeta. Eu acredito que é imperativo invocar o princípio da precaução com os aspectos a vacinas, e, no mínimo, permitir que as pessoas a sair se assim o desejarem.
Embora os defensores de vacinas tendem a enfatizar a importância da chamada "imunidade de rebanho", dizendo que a vacina não funcionará a menos que a maioria é vacinada, há um grande preço a pagar, forçando todos em um one-size-fits-all molde.
Não são apenas algumas crianças com maior risco de danos vacina do que outros, mas também eliminar a capacidade de avaliar os riscos para a saúde de vacinação, se ninguém está autorizado a sair. Precisamos realizar estudos de comparação para avaliar os resultados da saúde de crianças vacinadas contra vacinadas, mas tais estudos não são feitas.
Um motivo muito citado para isso é que seria antiético não vacinar algumas crianças ... Mas este não é realmente uma desculpa razoável hoje, como muitos pais querem de optar por uma ou mais vacinas para seus filhos.
Decidir se deve ou não vacinar o seu filho é uma decisão vital com muito high stakes. Eu te imploro para evitar depender exclusivamente do conselho de funcionários da saúde pública e da mídia, que são claramente tendenciosos e influenciado pela indústria de vacinas dinheiro. Há uma porta giratória entre muitas agências de regulação, formulação de políticas e de pesquisa federais, como o FDA, CDC e NIH. Ex-chefes de várias destas agências governamentais de saúde já estão executivos de duas das maiores empresas farmacêuticas vacinas de marketing do mundo.
Há grandes conflitos de interesse entre a indústria de vacinas e agências governamentais de saúde, que praticamente torna impossível receber conselhos objetivo deles. É fundamental investigar o outro lado da história de vacina e avaliar os riscos das vacinas antes de tomar sua decisão.
Um bom lugar para começar é NVIC.org como têm vindo a fornecer informações e insights vacina precisa e equilibrada para os pais sobre este tema nos últimos 30 anos.
Referências: