domingo, 19 de abril de 2015

19 frases inspiradoras sobre o autismo retiradas das redes sociais

frases sobre o autismo
Inspire-se!

1 “Autismo é um espectro. Não existem dois autistas iguais.” Asperger e Autismo no Brasil

2 “Ensina-me de várias maneiras, pois assim sou capaz de aprender.”Cíntia Leão Silva

3 “O autismo não se cura, se compreende.” Autismo Ávila

4 “As crianças especiais, assim como as aves, são diferentes em seus vôos. Todas, no entanto, são iguais em seu direito de voar.” Jesica Del Carmen Perez

5 “O autismo é parte deste mundo, não um mundo a parte.” Educando en la vida

6 “Autismo: apenas uma palavra. Não uma senteça.” Zazzle

7 “Lembre-se: pessoas com autismo têm sentimentos também. Seja sensível e tolerante.” Single Mothers Who Have Children With Autism

8 “Pessoas com autismo não mentem, não julgam, não fazem jogos mentais. Talvez possamos aprender alguma coisa com elas.” Cafe Press

9 “Não queremos mudar a forma com que nossos filhos veem o mundo. Queremos mudar a forma como o mundo vê nossos filhos.” Sou Mãe de Autista

10 “O conhecimento é poder. Utilize parte do seu tempo para educar alguém sobre o autismo. Não necessitamos de defensores. Necessitamos de educadores.” Asperger Women Association

11 “Os médicos determinaram um tratamento efetivo para pessoas com autismo. Chama-se respeito!” Some ecards

12 “Do lado de fora, olhando para dentro, você nunca poderá entendê-lo. Do lado de dentro, olhando para fora, você jamais conseguirá explicá-lo. Isso é autismo.” Autism Topics

13 “O autismo não é o inimigo. O inimigo é o preconceito.” MeuCérebro

14 “Diferente é o mundo que queremos!” Instituto Autismo e Vida

15 “A vida é como um quebra-cabeças. Deveríamos parar de tentar encaixar as pessoas onde elas não cabem.” Autor Desconhecido

16 “O especialista me disse: tens autismo. Minha mãe me deu as mãos, olhou nos meus olhos e disse: você é perfeito!” Imágenes de Feliz Día

17 “Quanto mais longe uma criança com autismo caminha sem ajuda, mais difícil se torna alcançá-la.” Talk About Autism

18 “Ser pai ou mãe de uma pessoa com autismo nem sempre é fácil, mas eu não trocaria meu filho por isso.” Toma conciencia sobre el Autismo e Síndrome de Asperger

19 “Uma mãe de verdade entende o que o filho não disse.” Autismo Diário


Cientista do MIT: O glifosato causará autismo em 50% das crianças até 2025

A indústria dos pesticidas está desesperadamente tentando esconder estudos condenatórios
agrotoxico pulverizando
Corroborando uma crescente tendência no aumento das taxas de autismo, uma cientista sênior de pesquisa do MIT, alertou que de todas as crianças, um inquietante 50% serão autistas em 2025. Quem é o culpado? Round-Up, o mais vendido da Monsanto que contém glifosato, está no topo da lista.
O uso excessivo de glifosato em nossa alimentação está causando doenças como Alzheimer, autismo, câncer, doenças cardiovasculares e deficiências da nutrição, entre outros. Stephanie Seneff,  uma bióloga PhD, que já publicou mais de 170 artigos acadêmicos revisados ​​por pares, e estudou essas doenças por mais de três décadas, aponta os transgênicos como um dos principais contribuintes para doenças neurológicas em crianças.
Em uma recente conferência, a Dra. Seneff declarou:
No ritmo atual, em 2025, uma em cada duas crianças serão autistas.”
Atualmente, uma em cada 68 crianças nos EUA nascem com autismo. Atualmente é a deficiência de desenvolvimento de mais rápido crescimento, com taxas aumentado em quase 120% desde o ano de 2000. Em dez anos, o custo para tratar as pessoas afetadas pelo autismo irá custar 400 bilhões de dólares por ano nos EUA, além dos custos emocionais incalculáveis, os ​​quais as famílias pagarão diariamente para viver e apoiar uma criança com autismo.
A Dra. Seneff notou que os sintomas de toxicidade do glifosato assemelha-se estreitamente com aqueles do autismo. Ela também apresentou dados na conferência que mostram uma correlação estranhamente consistente entre o uso de Roundup em plantações (e a criação das sementes transgênicas Roundup-ready), com o aumento das taxas de autismo.
A correlação entre os dois incluem biomarcadores, tais como a deficiência de zinco e ferro, baixo serum sulfate, convulsões e doenças mitocondriais.
Um colega palestrante que estava presente relatou após a apresentação da Dra. Seneff que:
Todos as 70 ou mais pessoas presentes estavam se contorcendo, provavelmente porque agora tinham sérias dúvidas sobre servir os seus filhos, ou eles próprios, qualquer coisa com milho ou soja, os quais são quase todos geneticamente modificados e, assim, contaminados com Roundup e seu glifosato.”
A Dra. Seneff apontou que grande parte dos alimentos em prateleiras de supermercado contém milho e soja transgênicos, todos com pequenas quantidades de vestígios de glifosato. Isto inclui refrigerantes adoçados com alto teor de frutose (geneticamente modificados) e xarope de milho, batatas fritas, cereais, doces, e até mesmo barras de proteína de soja. Grande parte de nossa carne e aves também é alimentada com uma dieta de milho e soja transgênicos, os quais também contêm traços de glifosato.
Você acha que seu pão está seguro? Pense de novo. O trigo é frequentemente pulverizado com produtos químicos Roundup nas vésperas da colheita, significando que, exceto que seus produtos de pão ou trigo sejam certificados não-OGM e orgânicos, eles provavelmente contêm traços de glifosato.
Quando você soma tudo isso – estamos jantando glifosato em quase todos os alimentos que ingerimos, e ele está causando doenças graves. A Dra. Seneff diz que, embora os traços de glifosato em cada alimento possam não ser grandes, é o seu efeito cumulativo que é motivo de preocupação. Sua preocupação parece bem fundamentada, considerando que tem sido encontrado glifosato no sangue e na urina de mulheres grávidas, e ele tem aparecido até mesmo em células fetais.

Comissão vai retomar discussão sobre autismo - MG

Requerimento de nova audiência pública foi aprovado nesta quinta (16) na Comissão de Defesa da Pessoa com Deficiência.

Para dar continuidade à discussão iniciada em audiência pública na última terça-feira (14) sobre a conscientização sobre os transtornos do espectro autista, a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) promoverá uma nova reunião com convidados. Requerimento com essa finalidade, de autoria do presidente da comissão, deputado Duarte Bechir (PSD), foi aprovado nesta quarta-feira (16/4/15).
O parlamentar defende a implementação de políticas públicas efetivas voltadas para as pessoas com autismo e suas famílias. “Precisamos finalizar esse debate buscando alternativas e proposições de como atuar para o fortalecimento do tratamento do autismo em Minas Gerais”, pontuou.

Pacientes que usam antibióticos têm melhoras nos sintomas do autismo

Pesquisa indica que benefício pode estar ligado a mudanças na flora intestinal



Médico percebeu evolução no quadro do filho após tratamento para infecção na garganta. ARTE: Cristiano/CB/DA Press
Médico percebeu evolução no quadro do filho após tratamento para infecção na garganta. ARTE: Cristiano/CB/DA Press
As observações de um pai atento detalhadas na revista especializada Microbial Ecology in Health and Disease surgem como uma esperança para pessoas com autismo. O médico John Rodakis conta sobre uma experiência que pauta a sua vida: a incontestável melhora do filho autista após o uso de um antibiótico comum. A constatação não é exclusiva do norte-americano: outros pais e pesquisadores narram experiências similares. Por isso, defende Rodakis, a suspeita vale investigação.

O médico notou os primeiros sinais do distúrbio quando o filho tinha 2 anos e meio. A criança, até então com um desenvolvimento considerado normal, passou a evitar contato visual e a sofrer com tarefas que saíssem da rotina. Não demorou para que fosse diagnosticada com autismo moderado para grave no Centro Médico Infantil em Dallas, nos Estados Unidos. A experiência intrigante com o antibiótico ocorreu cerca de um ano depois, logo após o Dia de Ação de Graças de 2012.

Após o tradicional encontro com parentes, os dois filhos de Rodakis contraíram uma infecção na garganta. Eles foram submetidos a um tratamento de 10 dias com um dos antibióticos mais comuns do mercado, a amoxicilina. A inflamação regrediu em apenas dois dias. O que aconteceu em seguida, entretanto, foi o que chamou a atenção dos pais: no quarto dia do tratamento, alguns dos sintomas do filho com autismo melhoraram visivelmente. O progresso evoluiu diariamente e em velocidade impressionante.

Diagnóstico Precoce no Transtorno do Espectro Autista

Sabemos que, para todos os distúrbios que acometem nosso organismo, a prevenção é o melhor remédio. No caso da mesma não ocorrer de forma a impedir o acometimento do indivíduo, o diagnóstico precoce passa a ser a melhor forma de minimizarmos os efeitos de qualquer patologia.
Nos casos de autismo, essa importância vem sendo comprovada como de extrema relevância. Quando os programas de diagnóstico precoce foram instalados nos países mais desenvolvidos, a incidência de deficiência mental e outras comorbidades psiquiátricas caiu vertiginosamente, passando de 75 por cento dos casos na década de 80 nos EUA, para 25 por cento na atualidade. No mesmo país, 40 por cento dos pacientes com esse perfil de desenvolvimento estão empregados no mercado de trabalho.
O principal ambiente por onde os primeiros sintomas devem ser reconhecidos são os consultórios pediátricos durante o primeiro e segundo anos de vida. O que ocorre é que pelo aumento brutal da incidência, há vinte anos estávamos falando de algo extremamente raro, na ordem de 1 caso para cada 10 mil, e hoje falamos de algo em torno de um caso para cada 100 nascidos. Como esse aumento se apresentou de forma epidêmica, os pediatras e as instituições de saúde e educação não foram preparados para enfrentar a demanda.
Outro fator importante para a dificuldade do diagnóstico precoce é que o entendimento sobre o autismo vem mudando consideravelmente nos últimos 10 anos a ponto de modificar paradigmas de raciocínio sobre as causas e possíveis fisiopatologias existentes. Esse fator leva a raciocínios diferentes do que seria um diagnóstico precoce. Há 20 anos, crianças diagnosticadas aos 4 anos seriam consideradas precoces. Hoje estamos falando em diagnóstico precoce antes de 2 anos. Já existem métodos sendo estudados para serem postos em prática para diagnóstico nos primeiros seis meses de idade.
Os principais sintomas relacionados ao diagnóstico entre 1 e 2 anos de idade são o atraso na linguagem a dificuldade no engajamento social, no iniciar do sono, agitação e irritabilidade, padrões comportamentais atípicos como usar brinquedos de forma repetitiva e não usual, alterações posturais e de marcha e alterações na senso percepção como a hipersensibilidade ao som, luz, tato e hiposensibilidade à dor. Antes do primeiro ano, devemos nos atentar a uma dificuldade no sorriso social, em compartilhar o prazer, movimentos atípicos de membros, alterações do sono, hipersensibilidade à luz e instabilidades emocionais. Quadros regressivos da fala após 1 ano devem ser investigados.
Famílias pertencentes a um grupo considerado de risco devem ser monitoradas durante o desenvolvimento dos filhos. São elas: as que possuem parentes com autismo em até seu segundo grau de parentesco, idade avançada dos pais (acima dos 35 anos de idade), obesidade familiar, problemas imunológicos, infecções, hipertensão e diabetes durante a gestação, problemas durante o parto ou parto prematuro e problemas no pós-parto imediato e tardio.
Vamos ficar de olho. Com o diagnóstico precoce, podemos não só iniciar os tratamentos mais cedo como também diminuir drasticamente a incidência dos problemas causados pelo espectro autista e aumentar a eficiência e independência das crianças que se desenvolvem com esse perfil a ponto de muitas vezes tornar o quadro quase que imperceptível aos olhares de leigos.
Dr. Caio Abujadi

Mion emociona ao falar sobre o filho autista: "Sou guardião de um anjo"

Neste sábado (18), todo o elenco do Legendários se vestiu de azul. Até o Hulk Magrelo mudou de cor porque azul é a cor do Mês da Conscientização sobre o Autismo. Marcos Mion divulgou a campanha e falou sobre sua experiência pessoal. Pai de Romeo, ele se diz "guardião de um anjo". As palavras de Mion comoveram o apresentador Gilberto Barros, que fez questão de apoiar o colega. Veja!


http://entretenimento.r7.com/legendarios/videos/mion-emociona-ao-falar-sobre-o-filho-autista-sou-guardiao-de-um-anjo-19042015

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Leite de Camelo para o Tratamento de Autismo, alergias e doenças auto imunes





Beber leite de camelo? Sério? E, para quem não pode beber o leite de cabra ou vaca, é possível consumir o de camelo?

Como uma nutricionista para crianças com autismo há 10 anos, minha pesquisa e experiência clínica indicam que a maioria das crianças com autismo não pode tolerar de forma adequada o leite. Particularmente, seus corpos têm desafios para digerir a proteína, caseína. Mesmo quando o leite é cru e contém A2 beta-caseína (não A1), a experiência mostra que a maioria das crianças não toleram isso.

Então, imagine minha alegria (e ceticismo) quando pais se aproximaram de mim e compartilharam suas histórias pessoais sobre as propriedades curativas do leite de camelo, sendo fundamentalmente diferente do que qualquer outro leite no planeta.

Quando comecei a pesquisa para mim, eu ouvi de pais de crianças com autismo que me disseram que o leite de camelo tem ajudado seus filhos tremendamente, sem reações adversas (Obrigado Randi, Jessica e Nicole - Eu aprendo muito com vocês na linha de frente.)

Leite de camelo pode parecer muito estranho, mas quanto mais eu pesquisava e lia histórias pessoais dos pais e de médicos de todo o mundo, mais incrívelmente eu acho que ele pode realmente ajudar a recuperar as crianças com autismo - e muitas outras com problemas de intestino, desafios do sistema imunológico, deficiências de nutrientes, e muito mais!

Se você está seguindo a dieta GAPS, ou a sem glúten e caseína, ou qualquer estratégia alimentar de cura destinada a melhorar a química e funcionamento do corpo, você deve estar curioso sobre o leite de camelo.

Poder de Cura do leite de camelo

A pesquisa e experiência de um número crescente de pessoas ao redor do mundo demonstram que o leite de camelo facilita a cura em nossos corpos. Leite de camelo tem muitas propriedades únicas e surpreendentes.

Aqui está uma pesquisa rápida:

    * O leite de camelo tem sido mostrado para curar alergias alimentares (1) e problemas de intestino. Os anticorpos e propriedades imunológicas do leite de camelo contribuem para a sua maravilhosa habilidade de lutar contra vírus e bactérias.

    * É particularmente útil no tratamento de desregulação do sistema imune em várias formas. Leite de camelo pode apoiar e ajudar a curar as pessoas com doenças auto-imunes, incluindo autismo.

    * Um estudo de pesquisa do Dr. Reuven Yagil (2005) mostra que leite de camelo tem resultados positivos em crianças com autismo. (2)

    * O leite de camela contém insulina e é eficaz na diabetes (3), incluindo diabetes gestacional (4).

Desde que as crianças com autismo têm rotineiramente desafios no sistema imunológico: a incapacidade para combater infecções bacterianas, virais e outras, e os estados de inflamação crônica, alergia, e auto-imunidade, o leite de camelo promove recuperação e benefícios de cura.

Pastores de camelo e culturas indígenas souberam sobre o poder do leite de camelo por um longo tempo. Até os dias de hoje, os pais beduínos enviam seus filhos para beber leite de camelo por algumas semanas em sua infância, como eles sabem que estabelece um sistema imunológico forte para a vida. Dr. Weston A. Price observou que as suas saúde dentais (e, portanto, a saúde física) são excelentes afirmando: "Os árabes em vários distritos usam leite de camelo extensivamente. É nutritivo, e em grande parte do país deserto constitui o esteio dos nômades por meses. "(5)

Os camelos são diferentes do que qualquer outro animal. Camelos não são ruminantes e têm três estômagos, apesar de ruminarem. Eles podem sobreviver em climas extremamente agressivos, e são capazes de viver sem água por 30 dias (mesmo com pouca comida), sem deixar de produzir leite de alta qualidade. Imagine isso! Uma grande parte do poder de cura do leite de camelo decorre do sistema imunológico único e incomparável de camelos, é diferente de qualquer outro mamífero.

Leite de camelo: Altamente nutritivo com caseína diferenciada

Leite de camelo é altamente nutritivo. O leite contém apenas 2% de gordura (eu não sou fã de um baixo teor de gordura, mas isto é um fato). As moléculas de gordura estão associadas a proteínas, por isso não há pressão sobre o fígado para processá-lo. Leite de camelo é rico em vitamina C (5x a do leite de vaca), ferro (10x) e cálcio. O perfil de gordura de leite de camelo varia em uma "dieta rica" ​​(camelos domesticados) versus a dieta de camelos que comem no deserto - mas geralmente é elevado em ácidos graxos poliinsaturados, com maior proporção de ômega 3 e ômega 6 em comparação com o leite de vaca.

Leite de camelo é considerado um alimento completo e pode ser consumido exclusivamente enquanto atende todas as necessidades nutricionais. Leite de camelo é mais freqüentemente consumido cru e não pasteurizado, porque o leite cru contém as propriedades mais nutritivas e imunológicas. Somente quando a qualidade e a segurança do leite está em questão é que alguém irá pasteurizá-lo.

Leite de camelo não contém beta-lactoglobulina e uma "nova" beta-caseína (6). Portanto, não é reativa para crianças com autismo, mesmo os não-alérgicos e para as pessoas com alergia mesmo as mais sensíveis ao leite e caseína. Um estudo descobriu que o leite de camelo também não foi reconhecido por IgEs circulantes de uma criança alérgica a leite de ovelha (7). Crianças com alergias alimentares graves reagem bem ao leite, e surpreendentemente, se recuperam totalmente de suas alergias, incluindo a outros alimentos (1) .

Moléculas de caseína são na verdade micelas e micelas de camelo são maiores em tamanho (15 nm) do que aquelas de leite de vaca ou de leite humano. (8). Leite de camelo tem um pH mais baixo do que os outros leites, de modo que ao entrar no estômago as micelas de caseína não quebram em caseína e soro de leite e, portanto, não formam caseomorfinas. Caseomorfinas criadas a partir do consumo de leite de vaca é um problema comum no autismo e que aumenta os seus sintomas.

Leite de camelo: Benefícios Imune 
Leite de camelo tem um perfil imunológico incrível.

As imunoglobulinas (Ig) e proteínas protetoras no leite de camelo contribuem para a incrível capacidade de combate e erradicação de infecções. As IgGs do camelo (que existem no leite) são capazes de penetrar nos tecidos e células que Igs humanos eram incapazes de penetrar. Portanto, elas são capazes de entrar no rim ou dentro de uma célula, onde elas também são capazes de neutralizar completamente a atividade da enzima de um agente infeccioso, como uma bactéria ou vírus.

Imunoglobulinas do Camelo

Leite de camelo também contém imunoglobulinas (Igs) que são especiais em camelos, incluindo subclasses únicas de IgG2 e IgG3. O Igs tem a mesma estrutura das imunoglobulinas humanas, mas apenas um décimo do tamanho. Sendo tão pequenas, elas podem penetrar nos tecidos e órgãos para combater a infecção e reparação de ajuda, onde anticorpos humanos não podem.

Anticorpos de camelo tem excelentes propriedades antibacterianas e antivirais. Como afirmado no artigo auto-imune do Dr. Reuven Yagil: "anticorpos convencionais raramente mostram uma atividade completa neutralizante contra enzimas antígenas, mas as IgGs do camelo tem plena atividade neutralizante contra a toxina do tétano entrando na estrutura da enzima." (9). Vírus também podem ser neutralizados quando as suas atividades enzimáticas são neutralizadas, e estudos mostram que os anticorpos do camelo são inibidores eficazes contra o sistema enzimático do vírus da hepatite C (10).

Em um estudo sobre o leite de camelo para o autismo, o autor compara o leite de camelo a terapia com imunoglobulina intravenosa que atua como uma terapia de imunoglobulina natural, cujos efeitos continuam após a terapia ser interrompida, por causa da ação imunológica de reabilitação.

Proteínas imunológicas protetoras:

Leite de camelo contém as seguintes proteínas imunológicas (muitas vezes em qualidades mais elevadas do que outros leites):

    * Proteína de Reconhecimento Peptidoglicana, PGRP é muito elevada no leite de camelo. Ela estimula a resposta imune do hospedeiro e tem atividade antimicrobiana. Ela ainda parece ter um efeito sobre o câncer de mama em estudos.

    * A lactoferrina também está em altas concentrações no leite de camelo, mais do que no de cabra e de vaca. Lactoferrina impede o supercrescimento microbiano e patógenos invasores. Lactoperoxidase, tem atividade bactericida sobre bactérias gram-negativas como Escherichia coli (E. coli), Salmonella, e, Pseudomonas, e tem atividade antitumoral.

    * A lisozima é uma enzima que faz parte do sistema imune inato que tem como alvo bactérias gram-positivas. N-acetil-beta-D-glicosamidase (Nagase) encontrado em quantidades semelhantes no leite humano tem atividade antibacteriana.

Auto-imunidade

Uma teoria sobre a doença auto-imune é que o corpo ataca a si mesmo porque ele está tentando (em vão) chegar a bactéria enterrada no tecido intestinal. A atividade antibacteriana do leite de camelo e respostas imunes especiais permitem a sua penetração nos tecidos intestinais, quando as bactérias ainda não estão se comportando de forma patogênica. Devido ao fato dos anticorpos serem capazes de entrar no tecido afetado para atacar o agente infeccioso (por exemplo, as bactérias saprófitas encontradas na doença de Crohn), o leite de camelo pode ajudar alguém a se curar de forma não vista através de qualquer outra intervenção – dietética ou outra qualquer.

Autismo e além

Dr. Yagil diz que o leite "camelo não contém as duas caseínas que levam aos sintomas do autismo quando bebem leite de vaca. Portanto, o leite de camelo pode seguramente ser bebido por crianças autistas. "Os resultados publicados em um artigo sobre o leite de camelo para o autismo foram muito positivos, especialmente para as crianças mais jovens que" mostraram uma aparente recuperação completa do autismo após a remoção rigorosa de leite de vaca ". (2) Em relação aos resultados observados com o autismo, Dr. Yagil explica, "não é apenas um caso de reprimir os sinais clínicos, mas uma reabilitação do sistema imunológico. Portanto, as crianças se recuperam completamente."

O leite de camelo é nutritivo e fácil de digerir, não provoca reações alérgicas ou opiáceas, e ajuda a curar o intestino e infecções, protegendo e melhorando o sistema imunológico.

Considerando as qualidades vastas do leite de camelo, não parece haver nenhum limite para a gama de males que este pode ajudar a resolver. Os relatórios positivos por parte dos pais são emocionantes - leite de camelo é uma grande promessa, e futuros estudos e a experiência clínica será valiosa. Dos pais aos profissionais como o Dr. Yagil, estou intrigada e entusiasmada com o valor e as propriedades curativas do leite de camelo para pessoas com condições amplas e variadas de saúde.


Referências:

1. Yosef Shabo MD, Reuben Barzel MD, Mark Margoulis MD and Reuven Yagil DVM. Camel milk for food allergies in children. IMAJ 2005;7:796–798

2. Yosef Shabo, PhD, MD and Reuven Yagil, DVM. Etiology of autism and camel milk as therapy. 
International Journal on Disability and Human Development 2005;4(2):67-70

3 
 R.P. Agrawal, R. Beniwal, S. Sharma, D.K. Kochar, F.C. Tuteja, S.K.Ghorui and M.S. Sahani. Effect of raw camel milk in type 1 diabetic patients: 1 year randomised study. 
Journal of Camel Practice and Research 12(1), p. 27-35, 2005

4. Dr. Reuven Yagil, video presentation at the symposium of “Gastro-Intestinal and Immunological diseases and how they relate to Camel Milk.” February 9, 2011.

5. Price, Weston A, Nutrition and Physical Degeneration. The Price-Pottenger Nutrition Foundation, La Mesa, CA, 2008.

6 Obaid Ullah Beg, Hedvig von Bahr-Lindström, Zafar H. Zaidi, Hans Jörnvall. Characterization of a camel milk protein rich in proline identifies a new β-casein fragment. Regulatory Peptides, Volume 15, Issue 1, August 1986, Pages 55-61.

7. P. Restani, A. Gaiaschi, A. Plebani, B. Beretta, G. Cavagni, A. Fiocchi, C. PoiesiI, T. Velona, A.G. Ubazio and C.L.. Cross-Reactivity between milk proteins from different animal species. Clinical and Experimental Allergy, 1999, Volume 29, 997-1004.

8 Kappeler S., Farah Z., Puhan Z. Sequence analysis of Camelus dromedarius milk caseins. Journal of Dairy Research (1998) 65 209–222.

9 Prof Reuven Yagil, Paper, “Camel Milk and Autoimmune Diseases: Historical Medicine.” 2004.

10 Martin, F., Volpari, C., Steinkuhler, C., Dimas, N., Burnetti, M.,Biasiol, G., Altamura S., Cortese, R., De Francesco, R., Sollazzo, M. Affinity selection of a camelized V (H) domain antibody inhibitor of hepatitis Cvirus NS3 protease. Protein Engineering. (1997) 10: 607-614.